Enciclopédia do Válvuleiro

Posso utilizar uma Válvula Esfera para controle de Gases?

Sexta Feira - 19 de Julho de 2019

posso utilizar uma válvula esfera para controle de gases

A categoria de válvulas de esfera é uma das preferidas quando falamos sobre gases As válvulas dessa categoria contém uma esfera oca cujo centro é chamado de passagem ou furo. Dependendo do alinhamento dessa esfera, a passagem de fluido é permitida ou não.

Quando a esfera está alinhada com a tubulação, então ela permite a passagem do fluxo. Caso contrário, ela interrompe o fluxo. Esse tipo de válvula garante que somente com ¼ de giro da haste, ou seja, 90º, seja o suficiente para que ela feche ou abra a passagem do fluxo.

O objetivo principal desse tipo de válvula é vedar a passagem completamente. Elas são seguras para fazer isso e direcionadas para esse fim específico. Para fechar a passagem de gases, por exemplo, a válvula de esfera é uma boa opção. Em resumo, todo tipo de fluido com riscos de segurança pode ser trabalhado com as válvulas de esfera.

Além disso, fluidos corrosivos, como ácidos, por exemplo, podem passar por essas válvulas.

Tipos de conexão da válvula de esfera

Existem três tipos principais de conexões de válvula de esfera. Eles são: tipo de conexão rosca, flange ou solda. O tipo de conexão rosca subdivide-se em BSP e NPT. Falaremos sobre cada um desses tipos mais especificamente a seguir.

Conexão do tipo Rosca BSP: nesse tipo de conexão, a rosca é cilíndrica e paralela ao orifício da válvula. Com o rosqueamento, ela é introduzida até alcançar o fundo do furo.
Conexão do tipo Rosca NPT: uma rosca cônica está presente nessa conexão. No rosquear, a espiral aumenta até alcançar o diâmetro que veda o furo.
Conexão do tipo Flange: uma aba em forma de coroa se localiza na ponta do cano e se junta com outra extremidade para vedar a passagem.

Conexão do tipo Solda: neste tipo de conexão, as partes são unidas por meio da soldagem.

Como são constituídas De modo geral, as válvulas de esfera são construídas de três maneiras: monobloco, bipartida e tripartida. Esses tipos de construção definem qualidades e vantagens, como a possibilidade de fazer uma rápida manutenção nelas ou uma maior facilidade de montagem e desmontagem.
Válvula de esfera monobloco: não há divisões. Apenas um único bloco, ou seja, sem estruturais. A montagem, neste caso, é do tipo flutuante.

Válvula de esfera bipartida: é dividida em duas partes. Elas podem ser simétricas ou assimétricas. Essas válvulas dividem-se em tampa e corpo. Quando chamamos uma válvula assimétrica, queremos dizer que a haste e a esfera estão separadas. A válvula simétrica, por outro lado, nos garante que a haste está junto com a esfera. As duas partes, simétricas ou assimétricas, são ambas conectadas por meio de parafusos.

Válvula de esfera tripartida: nesse tipo de válvula, a estrutura é dividida em três partes: duas tampas e um corpo. Também são ligadas por parafusos. Além disso, uma válvula desse tipo facilita a manutenção de modo geral. Os anéis de vedação podem ser facilmente trocados nesse tipo de válvula de esfera.

Funciona para gás?
As válvulas de esfera são utilizadas para interromper fluxos abruptamente. Assim sendo, ela é recomendada para sistemas onde o fluxo precisa ser parado imediatamente. É o caso dos gases, por exemplo, em várias indústrias.

Elas também têm grande resistência e durabilidade e, por isso, a indústria petrolífera utiliza-a no processamento de gás em geral. Além de protegerem o sistema contra vazamentos, elas garantem que o fluxo de gás seja interrompido no momento em que a válvula é acionada. Portanto, a válvula de esfera funciona para gás



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